sexta-feira, 8 de março de 2013

Saiba mais sobre como estabelecer quiosques em shoppings


O PROJETO PASSO-A-PASSO


Na primeira conversa com um shopping recomendamos em primeiro lugar que se tenha um projeto em mãos. Alguns shoppings chamam este projeto de anteprojeto, pré-projeto ou projeto executivo; todos são a mesma coisa.
Para mostrar ao shopping que o quiosque é melhor que o do concorrente e sair na frente da disputa por um ponto, deve-se dar o máximo de credibilidade à empresa, mostrando que o mix de produto é atrativo para deixar o shopping desejando a presença dele.
Durante estes mais de 15 anos de experiência com administrações de shoppings podemos garantir que o que faz a diferença para conseguir um bom ponto é um belo pré-projeto.
Abaixo o passo a passo para o desenvolvimento de um pré-projeto completo:
  1. Entrar em contato com o setor comercial do shopping que deseja abrir o quiosque e perguntar sobre custo de ponto, locais e tamanhos disponíveis, bem como o manual de montagem.
  2. Entrar em contato com a CENOGRAFIA 3D, conversar com o setor comercial sobre o interesse em confeccionar um quiosque.
    As dúvidas serão esclarecidas e será enviada por e-mail uma ficha de briefing, juntamente com imagens de projetos de referência de quiosques já confeccionados por nossa empresa.
  3. A ficha de briefing deverá ser preenchida com a maior riqueza de detalhes, lembrando que quanto maior for a dedicação no preenchimento da ficha de briefing, mais facilmente o projeto ficará pronto. Na ficha de briefing pedimos algumas informações que são imprescindíveis, como a logomarca em formato vetorizado (que caso ainda não exista, poderá ser confeccionada pela CENOGRAFIA 3D como serviço adicional), listagem de equipamentos, detalhamento seu mix de produtos e imagens de quiosque de referência.
  4. Após preenchimento da ficha de briefing deverá ser efetuado o pagamento do pré-projeto e confecção do contrato de prestação de serviços.
    O valor investido no pré-projeto será descontado posteriormente no valor de fabricação do quiosque caso ocorra com a CENOGRAFIA 3D.
  5. Com o pré-projeto pronto poder-se-á iniciar a confecção da maquete virtual 3D que é uma ferramenta muito importante para visualização das ideias colocadas "em prática", além de ser um instrumento riquíssimo para encantar o shopping, pois é possível visualizar em 360° o design e a maneira de expor produtos.
  6. Será então enviada a primeira vista da maquete eletrônica 3D para o cliente visualizar e sugerir modificações que tornar-se-ão a “segunda vista” do pré-projeto.
  7. A segunda vista da maquete virtual será entregue aproximadamente 10 dias úteis após pedido detalhado de modificações, sendo esta a última oportunidade de modificações na estética do quiosque.
  8. Após entrega e aprovação da terceira e última vista começará a confecção das plantas baixa, elétrica e hidráulica simplificadas, bem como memorial descritivo de materiais.
  9. Confeccionadas, as plantas simplificadas e memorial descritivo será entregue.
  10. Serão oferecidos serviços adicionais como opção de personalização da marca, como desenvolvimento de uniforme exclusivo, por exemplo.
  11. Com o pré-projeto pronto, este deverá ser apresentado no shopping e após aprovação a CENOGRAFIA 3D poderá construí-lo.

Importante:
  1. Lembre-se de perguntar sobre prazos de construção do quiosque e tente negociar com o shopping uma data de instalação que não começar a pagar o aluguel do ponto antes do quiosque pronto.
  2. Para qualquer tipo de quiosque é necessário o desenvolvimento de um pré-projeto.
  3. Os pré-projetos da CENOGRAFIA 3D possuem valor de investimento que deve ser consultado com o setor comercial.

Marcas de cerveja criam franquias com opções de R$ 10 mil a R$ 1 milhão

Pequenos empreendedores podem atuar no mercado de bebidas tendo por trás grandes marcas. Brahma e Devassa, por exemplo, já oferecem formatos de negócios que vão de carrinhos de chope, com custo inicial a partir de R$ 10 mil, a botecos espaçosos, cujo investimento pode chegar a R$ 1 milhão.

Há também redes como a Mr. Beer que atua na venda de cervejas artesanais e importadas, as chamadas premium. Um quiosque da franquia custa a partir de R$ 130 mil.

Para Márcio Tadeu Aurélio, sócio da consultoria Aurélio Luz Franchising & Varejo, o consumo de cerveja no Brasil é crescente, principalmente entre as mulheres. Além disso, o preço é mais acessível quando comparada a um vinho ou outras bebidas alcoólicas mais sofisticadas.

Sem taxa de instalação, franquias de limpeza custam a partir de R$ 5.000


A expansão dos shoppings centers e dos condomínios residenciais, principalmente nas grandes cidades, tem aberto as portas para a terceirização de serviços de limpeza.
No setor de franquias, de acordo com dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o segmento de limpeza e conservação arrecadou R$ 730 milhões só em 2011. O valor é 12,5% maior do que no ano anterior (R$ 649 milhões).

Segundo o sócio-diretor da consultoria em franchising Francap, André Friedheim, por prestarem serviço diretamente na sede do cliente, algumas franquias não cobram taxa de instalação e permitem que o franqueado mantenha o escritório em casa ("home based"). A taxa de instalação cobre gastos com mobília, arquitetura e equipamentos, infraestrutura que o empreendedor já possui na maior parte na própria casa.

É o caso das redes de limpeza comercial Jan-Pro e Limpidus. O custo inicial é a partir de R$ 5.000 e R$ 18,8 mil, respectivamente. Quando há necessidade de ponto comercial, o valor de abertura é maior. Limppo Multiserviços e Jani King, por exemplo, têm investimentos a partir de R$ 89,5 mil e R$ 113,7 mil.

Pesquisas Brasil tem 6 milhões de mulheres sócias de empresas


O Brasil tem cerca de 6 milhões de mulheres sócias de empresa, a maior parte delas concentradas nas regiões Sudeste e Sul do país. Elas são microempresárias e têm, em sua maioria, de 31 a 50 anos. Entre as mulheres mais empreendedoras do país, os nomes mais recorrentes são Maria Aparecida e Adriana e os signos mais comuns são Leão e Virgem. É o que mostra o estudo inédito elaborado com base no banco de dados de empresas da Serasa Experian.
A faixa etária mais comum entre as empreendedoras brasileiras é entre 31 e 40 anos, com 27,66% do total. A segunda faixa mais expressiva é de 41 a 50 anos, com 25,67%. Já as mulheres sócias de empresas que têm de 51 a 60 anos são 18,08% do total e estão na terceira faixa etária mais numerosa. Em seguida, vêm as idades 21-30 (15,98%), 61-70 (7,96%), 71-80 (2,85%). Mulheres acima de 81 anos representam 0,85% do total e mulheres com idades de 18 a 20 anos somam 0,94%.
Entre as empresas com faturamento conhecido que têm mulheres como sócias no Brasil, a maioria de 99,59% é de micro ou pequeno porte. Apenas 0,39% do total são sócias de médio porte e 0,02% de grande porte. Entre as mulheres sócias de empresas que faturam mais de 1,5 bilhões de reais por ano, 57,14% têm entre 21 e 40 anos; 9,52% têm de 41 a 50 anos e 33,33% têm 51 anos ou mais.
De acordo com a análise da Serasa Experian, a maior parte das mulheres sócias de empresas no Brasil está no grupo social “Empreendedores e Comerciantes”, categoria “Microempresários”, composta por comerciantes que cuidam de seu próprio negócio e possuem um nível de vida de médio a modesto. Muitos residem no próprio estabelecimento e equilibram as contas da empresa e pessoais, contando somente com seus conhecimentos e conselhos de amigos negociantes. Preferem a vida pacata ao crescimento muito grande de seu comércio. Vivem sem luxo, satisfazendo-se com pequenos agrados e prazeres rotineiros, seja uma pequena reforma no estabelecimento, seja uma festa em família, com mesa farta e bebida à vontade.

Franquia em quiosque pode custar um terço do investimento em loja

A concorrência por espaços dentro de shoppings e galerias levou algumas franquias a criar opções para ocuparos corredores destes centros comerciais. Por serem menores e não demandarem obras de adequação, a economia na abertura de um quiosque pode chegar a um terço do valor de uma loja.

Algumas marcas pedem investimento abaixo dos R$ 100 mil. Quiosques da Cacau Show (chocolates), Flavored Popcorn (pipocas) e Nutty Bavarian (nozes e castanhas adocicadas), por exemplo, custam a partir de R$ 60 mil, R$ 66 mil e R$ 80 mil, respectivamente.

Outras franquias, no entanto, ultrapassam os R$ 200 mil. São os casos da Contém 1g (cosméticos e perfumes) e da Chopp Time (cervejas). O investimento inicial é a partir de R$ 235 mil e R$ 240 mil, respectivamente.

CAIXA FRANQUIAS é uma excelente alternativa para ampliar ou abrir seu negócio.


Franquias excelente alternativa para o seu negócio

O sistema de franquias é uma ótima alternativa para o empresário que quer expandir o seu negócio. Pensando nisso a Caixa oferece produtos e serviços para os franqueadores, franqueados e candidatos a franqueados. Você investidor e futuro empresário que pretende montar seu negócio ou expandir sua empresa o Caixa Franquias é a oportunidade que faltava para seus negócios.

Conheça o sistema de Franquias

O candidato deve procurar conhecer as principais particularidades do sistema de franquias. Ele pode obter informações por meio de sites de franquias, revistas especializadas além de livros sobre o tema. Tanto em sites como nas revistas ou livros, o candidato vai encontrar matérias sobre franquias de sucesso, problemas entre as redes, além da divulgação das oportunidades de negócio. O importante é começar a entender as vantagens e desvantagens dessa forma de fazer negócio.

Por que utilizar o sistema de Franquias

Sob o ponto de vista do franqueador, o sistema de franquias é uma estratégia segura para expandir seu conceito de negócio e marca. Trata-se de um canal de distribuição exclusivo e direto que poderá ter um crescimento rápido por meio de recursos financeiros e humanos de terceiros, administração descentralizada e oportunidade de entrar em cidades, estados e países desconhecidos operacionalmente pelo franqueador, proporcionando maior penetração de mercado.

Reforma de sites é nova onda para lucrar na web


Dave Hermansen não tinha passarinho nem gaiola quando comprou o site bird-cage.com, uma loja online de gaiolas, por US$ 1,8 mil (equivalente hoje a R$ 2,8 mil), três anos atrás. O que ele viu foi um site "muito, muito mal feito", e implorou aos proprietários para comprá-lo. Depois, reformou o site, começou a veicular publicidade e atraiu muito mais tráfego. Em dezembro do ano passado, Hermansen, 30, vendeu o site por US$ 173 mil (cerca de R$ 270 mil).» Veja imagem ampliada» Domínio pizza.com é vendido por R$ 4,45 milhões » Gasto com publicidade na web dos EUA vai dobrar até 2011» Fórum: opine sobre a reforma de sites para vendaEle é parte da mais recente onda de empreendedores, a qual, como os amadores que começaram a investir em bolsa e em imóveis em ondas precedentes, deseja ganhar o máximo possível de dinheiro sem grande esforço.Eles usam pouco mais do que seus computadores caseiros e programas gratuitos para adquirir sites dirigidos a nichos pequenos e específicos, que depois reformam na esperança de revender por preço muito mais alto do que o pago inicialmente.Mas embora seus sonhos sejam alimentados por algumas histórias de sucesso considerável - como a aquisição da Wired News pela editora Condé Nast, em uma transação de US$ 25 milhões, a compra do blogCelebrity Baby pela People.com ou, mais recentemente, o acordo entre a Guardian News and Media e a PaidContent, supostamente adquirida por US$ 30 milhões -, as ambições desse proprietários quanto aos seus projetos são menores. Eles muitas vezes fecham vendas por valores de centenas ou poucos milhares de dólares."Todo mundo que tem sites está dizendo que, se alguém fizer uma boa oferta, eles venderiam", diz Gene Alvarez, vice-presidente de pesquisa da Gartner, uma consultoria de tecnologia. "É o modelo lanchonete: você constrói uma freguesia, uma comunidade, e tenta vender enquanto a coisa anda bem".Alguns sites começam como projetos de estimação. O Celebrity Baby Blog, conta Danielle Friedland, foi criado por ela depois que trabalhou na transmissão do Globo de Ouro de 2004 e sua função parecia ser a de informar que estrela estava grávida, de gêmeos, e que estrela havia tido bebês recentemente. Quatro anos mais tarde, o blog foi adquirido pela People.com para atender a um nicho que não estava sendo visado: o da "comunidade das mães jovens e apaixonadas por bebês", diz Fran Hauser.Hauser, presidente da People Digital, não confirma o preço de venda do blog, mas pessoas do setor especulam que tenha sido de alguns milhões de dólares.As pessoas que reformam sites têm objetivos mais modestos. Elas percorrem a Internet em busca de sites que, na descrição de Mike Lyon, do banco de investimento Arbor Advisors, representem "propriedades subvalorizadas" -prejudicados por design ruim, e com pouca visibilidade na rede.Embora não existam dados sobre o número de pessoas que trabalham reformando sites para venda, o número de sites vendido no eBay dobrou nos três últimos meses, segundo o site de leilões. No mercado SitePoint, um fórum semelhante no qual usuários podem leiloar sites, as vendas quadruplicaram nos últimos 12 meses, disse Matt Mickiewicz, fundador do serviço.As mudanças na economia da web tornaram mais fácil identificar e explorar nichos. O boom da Internet dos anos 90 gerou empresas como a Pet.com, que eram como versões online de cadeias físicas de varejo. Isso requer estoques de produtos e seu envio aos consumidores. Mas esse modelo desabou com o colapso do mercado da web em 2000.De lá para cá, construir sites que atendam a nichos se provou simples e barato. Software gratuito, sistemas de publicidade como o do Google e sistemas de remessa que permitem a fornecedores de produtos da web trabalhar com prestadores externos de serviços de transporte reduziram o custo dos negócios.Em lugar de vender bens e serviços, dizem os analistas, a maior parte das pessoas que reforma sites procura a maneira mais fácil de ganhar dinheiro rapidamente, recorrendo à publicidade especializada.Philip Kaplan, que capturou a atenção do mercado com um site cuja diversão era celebrar o estouro da bolha da Internet, agora ajuda sites a conseguir publicidade online, por intermédio de sua empresa, a AdBrite. Ele declarou em entrevista que tem encorajado os donos de sites a "criar nichos de foco estreito"."Todos os nossos anunciantes estão dizendo que procuram tal ou qual nicho. Jamais dizem que desejam anunciar em um site sobre nada", ele afirma.Hermansen, da bird-cage.com, diz que está sempre procurando por áreas da Internet que apresentem volume elevado de buscas e baixa concorrência. "Quando descobri o nicho dos passarinhos, sabia que era o lugar que eu procurava", afirmou.Antes de um site sobre gaiolas, Hermansen foi dono e operador de sites que atendiam a nichos como o paintball, brinquedos de controle remoto e motonetas elétricas. Em 2005, ele deixou seu emprego como desenhista para se dedicar em tempo integral à reforma e venda de sites.No ano passado, Hernansen diz que enfim decidiu realizar algo que desejava há muitos anos: comprou um papagaio, Sunny. No começo deste mês, ele e seu irmão Mike alugaram um armazém no qual começaram a produzir e vender uma linha própria de gaiolas para pássaros.Agora, Sunny vive em uma das gaiolas no armazém que os Hermansen alugaram, e serve como mascote à mais recente empreitada dos irmãos na web, o site innovativecages.com. Hermansen diz que encontrou ainda outro vazio a preencher no mercado dos nichos especializados de Internet: o de "gaiolas de pássaro de alta qualidade e preço elevado"."Evidentemente", ele acrescentou, "o objetivo final da manobra é vender o site por um bom dinheiro".Tradução: Paulo Migliacci ME